Fiveforgroove - Fiveforgroove (2009)

Esta é uma banda que nos remete a sonoridade dos grandes mestres do jazz moderno e do Funky ultramarino,
de David Sanborn a Kenny G. Essa galera se encontra em um cenário da musica groove Italiana da qual este que vos fala
aprecia muito e ja vem mostrando alguns lançamentos muito bons deste país aos amigos leitores.
Mario Guarini ao ponto baixo (Claudius Baglioni, Samuele Bersani, Luca Barbarossa, Gino Paoli, Ornella Vanoni etc.), Massimiliano Rosati à
guitarra (Ranieri, Teresa De Sio, Amedeo Minghi, Gianni Togni, etc. máximos) e Salvatore Mufale aos teclados (rissol Pravo, Mariella Nava,
Loredana Berte' etc.). Deste aglomerado é nascida uma paixão forte de seus membros para o jazz, o Funky e o R& B, deixando no ar aquela onda Smoth na qual muita gente torce o nariz e adoramos isso não é mesmo.
Então vamos de groove de 5.



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13 de Dezembro - Dia Nacional do Forró

Imagino um sertão nordestino com seus vilarejos, suas roças e seus pés de serra. Imagino Exú, Garanhuns, Alagoa Grande, Queimadas de Campina Grande, Palmeira dos Índios e tantas outras cidades importantes e frequentes nas canções que retratam a vida de seus moradores.
Minha imaginação viaja ao som dos baiões, xotes e xaxados que embalaram as décadas de 50, 60 e 70.
Imagino o forró na sala de reboco com o candeeiro acêso e outrora apagado. Letras de duplo sentido e uma música com sentido único: divertir um povo de vida simples, porém feliz.

Luiz Gonzaga, o Rei do Baião imperou no rádio durante as décadas de 40 e 50. Divulgou esse estilo de vida, exposto em suas músicas com tamanha beleza e propriedade.
Seguindo suas pegadas pelos pés de serra do Brasil, vieram figuras sensacionais e essenciais à nossa cultura. Nomes como Gordurinha, Antonio Barros, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, João do Vale, Ary Lobo, Osvaldo Oliveira, Jacinto Silva, João Gonçalves, Abdias, Cecéu, Marinês, Genival Lacerda"Seu Vavá", Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste, Trio Nortista, Trio Mossoró e Zito Borborema, entre tantos outros.

A menina de ouro pode ser chamada de várias formas: Sanfona, Acordeom, Fole, são muitos nomes e muitos baixos, mas seus fiéis acompanhantes são só dois: Triângulo e Zabumba. Após mais de cinquenta anos de estrada, hoje, dia 13 de Dezembro, data em que comemoraríamos o aniversário de Seu Luiz, esse trio tem sua memória preservada e comemorada em todos os cantos do Brasil.

Salve o Dia Nacional do Forró!


Luiz Gonzaga - O homem da terra (1980)


Ótimo disco do Rei do Baião de 1980. Na sequência, escolhi os melhores discos dos principais artistas do gênero. Temos aí Jackson do Pandeiro e Almira, nesse que é um dos seus discos mais cultuados lá fora: "Coisas Nossas" de 64, muito provavelmente pelas músicas "Meu berimbau" e a espetacular "É só balanço", que inclusive já foi gravada pela banda Movimento Suspeito, dos companheiros de blog Rocco e Mente Serena.
Na sequência um ótimo disco do Benicio Guimarães com as sensacionais "Sete mininas", "Sanfona fuxiqueira", "A festa dos animais" e "Sertão de cabra macho", um dos baiões mais bonitos que já ouvi. Logo em seguida, Trio Nordestino com Forró Pesado de 75, sucéssos do começo ao fim. "Pode cochilar" de 77, outro ótimo disco d'Os 3 do Nordeste; lembro que o disco "É bom pra valer" foi postado semana passada. Genival Lacerda já em 77 e Marinês em 78 com vários hits que estouraram no Brasil e finalizando com João Gonçalves, um dos maiores compositores de forró e um dos que mais curto também, com o LP "Bicho macho" de 1979.

Pois bem, conforme o prometido, aí estão 8 ótimos discos de forró pé de serra. Pra completar os 10, guardei dois LPs espetaculares do maior nome vivo desta história toda. De certo, ele merece um capítulo a parte.
Aguardem e espero que curtam esse momento nordestino aqui na RioGrooveFM.


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Jackson do Pandeiro e Almira - Coisas Nossas (1964)



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Benicio Guimarães - Benicio Guimarães (1980)



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Trio Nordestino - Forró Pesado (1975)



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Os 3 do Nordeste - Pode cochilar (1977)



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Marinês e sua gente - Cantando pra valer (1978)



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Genival Lacerda - O homem que tinha três pontinhos (1977)



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João Gonçalves - Bicho Macho (1979)


Os que gostaram destas postagens e querem conhecer mais da música regional e da cultura nordestina, podem acessar também o Forró em Vinil e o Acêrvo Orígens . Lá poderão encontrar esses e muitos outros discos raríssimos.

A RioGrooveFM pede passagem e segue na Jornada Groove.


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Nei Lisboa - Pra Viajar No Cosmos Não Precisa Gasolina (1983)


Comparando, ou talvez polemizando demais nos comentários. Mas se você ja ouviu ou pelo menos ouviu falar de Lo Borges e o seu famoso album de 72, é aquele mesmo do tênis Adidas...
Este Album de Nei Lisboa é mais uma dessas viagens sem volta do universo musical. Psicodelia e groove, mais algumas batidas em "low bpm" fazem tal comparação se tornar ainda mais verídica.
No mais espero que apreciem, e até o proximo post, bom fim de semana a todos.



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Jamiroquai - Space Cowboy (1994)


Esse dispensa comentérios, mas como citei Jamiroquai na postagem anterior, lembrei-me deste disco. Acredito que foi o primeiro CD single que comprei. De capa polhêmica, mas com um som à altura.

Do ano de 1994, este single traz seis versões para esse clássico. Curiosamente, a faixa que estourou por aqui, foi o remix house do grande Dj David Morales. Mas como todos sabem, a versão original com seus 6:45 minutos de groove, que saiu no álbum The Return of the Space Cowboy, é sensacional.

Neste disco temos mais duas belas versões: a Radio Edit, também acid-jazz, mas com a vóz regravada e outro arranjo. E a sensacional versão instrumental dessa regravação.
Para os que já amam essa música como eu, saboreiem tembém este single.


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Moses Mayes - Second Ring (2006)


Esta jóia de disco me foi presenteado a algum tempo pelo nobre Rocco com as seguintes palavras: "Não ouço nada assim desde Travelling Without Moving!"
Estava guardado para um momento apropriado. Por quê não agora?

Influenciado por Herbie Hancock e Jamiroquai, Moses Mayes partiu de Winnipeg, Canadá para o mundo carregando muito jazz-funk moderno na bagagem.
Este disco de 2006, por ter sido produzido também, por Jamie Shields, tecladista do grupo New Deal de Toronto, carrega um pouco de influência House, com muita sutilesa em algumas faixas, sem perder a essência Jazz-Funk da banda.


Groove para levantar o astral e ouvir repetidas vezes.


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Swamp Dogg - Gag A Maggot (1973)


Jerry Williams assim chamado Swamp Dogg, pode se considerar um dos pioneiros do soul.
É muita historia pra muita Black Music, vale muito a pena dar um confere.



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Funk 'n' stein - The Next Level (2009)

Mais um belo lançamento groove que passa por aqui por nossa seletiva quem quiser enalteça com seus comentários.



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Bobby Valentin - Algo Nuevo (1970)

Em fim algo novo, porém não tão novo, Bobby Valentin, um dos mestres da salsa e rumba. E pra quem curte o assim chado Latin Jazz também deverá curtir por deveras.

Valentin, nascido Roberto Valentin em Orocovis, Porto Rico, foi ensinado por seu pai a tocar guitarra em uma idade jovem. Quando sua mãe morreu em 1947, ele foi morar com sua irmã mais velha e foi criado na cidade de Coamo, lá ele recebeu sua educação primária e estudou música. Quando ele 11 anos, ele participou de um concurso de talentos locais, com um trio que tinha formado. Ele tocava violão e cantava para o trio e eles ganharam o prêmio de primeiro lugar. Um de seus professores sugeriu que ele participar do José I.
Em 1956, Valentin se mudou com sua família para a cidade de Nova Iorque onde frequentou George Washington High School e continuou a ter aulas de música. Em 1958, ele foi jogar para Joe Quijano, mas, logo depois ele se juntou Willie Rosario, que também veio de seu mesmo bairro e jogado em sua banda.



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Benny Bailey - The Balkan In My Soul (1968)

Estava a estes dias me perguntando se tinha postado algo de Bailey, quando inesperadamente nao havia feito.
Este para quem não conhece é um dos monstros sagrados do trompete e da musica groove.

Este album é simplesmente uma pérola, e foi todo esculpido no final da década de 60, em sua viajem na época a não turbulenta Bosnia, nos mostra um apanhado fantastico pela musica Balcanica, e o jazz se faz muito presente. É um album de peso sem duvidas. Apreciem
com bons ouvidos, e até o proximo post.



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Zelia Barbosa - Sertão Favelas (1971)

Vamos atendentendo a pedidos do nosso amigo " Cogito, ergo sum" aqui no nosso espaço com a bela voz de Zelia Barbosa, em um disco memorável diga-se de passagem: "Sertão Favelas".
E nem vou me delongar muito falando de sua biografia e tudo mais, é so dar uma olhada na wikki.

Mas com certeza deixarei aqui um trecho da musica "Cicatriz" dela em parceria com o consagrado Ze Ketti, que se encontra presente nesta obra.

"Pobre não é um
pobre é mais de dois,
muito mais de três.
E vai por ai e vejam só :

Deus dando a paisagem
metade do céu já é meu

Pobre nunca teve gosto ;
a tristeza é a sua cicatriz.
Reparem bem que só de vez em quando
pobre é feliz"...





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E o que seria do samba se não tivesse...

Roberto Ribeiro - Poeira Pura (1977).

Minha contribuição para o Dia Nacional do Samba de todos os dias... Its All!!!



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Os 3 do Nordeste - É bom pra valer (1979)


ROOTS!

Um dos maiores trios de forró de todos os tempos. De seu primeiro LP até hoje, já vão 36 anos de estrada, passando por várias formações. A primeira e melhor, era composta por Zé Pacheco na sanfona, Parafuso (único remanescente) na zabumba e Zé Cacau no triângulo e vóz.


Este disco de 1979, que pra mim é o melhor, marca o fim dessa sensacional formação, com Zé Cacau cantando. No ano seguinte ele foi para "Os Filhos do Nordeste" e Zinho entrou em seu lugar, para dar início a outra fase de ouro d'Os 3 do Nordeste. Mas isso já é outra história.
O título desse LP faz juz ao som: É BOM PRA VALER. Carregado de influências do final da década de 70, posso dizer que este disco de forró é GROOVE! Percebemos isso já nos primeiros segundos do disco, com a espetacular "Menina da blusa". Baixo fortíssimo, wah-wahs e uma batera que beira o funk. "É bom pra valer", "Até o dia clarear" e "Homem com homem não dá", vão na mesma onda. Pouco conhecida, a faixa "Lá vai ela" é um forrozinho acirandado recheado de distorções de guitarra, que deram um som bem psicodélico. Arranjos de Chiquinho do Acordeom e produção do Mestre Abdias.

Me recordo bem, quando ouvi pela primeira vêz "Até o dia clarear" com meu camarada Dj Xeleléu tocando na Casa Rosa. Fiquei louco, que groove! Isso por volta de 2000. Demorei alguns meses para tê-la, nessa época ainda não tínhamos a facilidade de hoje pra conseguir um disco ou uma música na rede. Ainda não havia blogs e sites como o Forró em Vinil dos DJs Ivan e Tick de Sampa. Também havia entre os DJs, um certo protecionismo para as novidades, só se passava a música adiante, após algum tempo. Muito válido por sinal, pois aqueles discos, eram resultados de pesquisa e muita caça aos sêbos. E também de bons relacionamentos, é lógico!

E vem chegando 13 de Dezembro, data do aniversário de Luiz Gonzaga, em que comemoramos o "Dia Nacional do Forró". Postarei outros ótimos discos dos principais artistas do gênero.
Fiquem com esta bela prévia!
Forte abraço para todos os forrozeiros e forrozeiras, que estiverem de plantão por aí.

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Elza Soares - Elza Soares (1973)


Criado em 1940, o Dia Nacional do Samba começou na Bahia e se espalhou por todo o país. Na capital, a festa está em sua quinta edição. Aqui no Rio de Janeiro, temos o tradicional trem do samba e diversas outras comemorações.

Por aqui nosso registro e homenagem não poderia ficar de fora. Simplesmente escolhemos esta raridade de 1973 da Elza Soares que, não só contém sua voz que quase que literalmente rasga o samba como também alguns clássicos como "Pranto do Poeta"e "Aquarela Brasileira". Um disco de samba de umas das maiores intérpretes do estilo, sem sombra de dúvidas.
E para sempre, viva o samba!


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Gerson King Combo - Mensageiro da Paz (2001)


O tempo nos impossibilitou dar sequência às postagens dedicadas ao mês de Zumbi dos Palmares. E como já havíamos separado algumas coisas para este final do período de novembro que passou, assim vamos semeando. É que, Consciência Negra por aqui, é praticamente o ano todo. Fica tudo imbuido em um só pacote: RioGrooveFM.
(O nosso amigo Hip é quem se amarra nesses tipos de polemizações).


Desde 1983 sem entrar no estúdio para registrar o imponente timbre de sua voz, eis que em 2001, o rei do soul brasileiro volta com toda a sua marcante forma de cantar. Fruto gerado através de influências de grandes ícones como Barry White e Tim Maia.
Neste aí de capa verde está contido todo o seu jeito antigo de cantar, só que registrado na era digital, tudo moderno. Contemporâneo. Muito fiel às suas velhas raízes.


Engolido pela era do rock brasileiro no início dos 80, foi quando o soul brasileiro, o movimento Black Rio começou realmente a desaparecer. Gerson por exemplo, que havia gravado o hit "Mão Branca", após um série de fatos congruentes, praticamente abandonou a carreira. Na época ele também havia perdido a esposa e acabou ficando muito abalado emocionalmente com tudo isso. Pra quem não sabe, Gerson Combo é viúvo duas vezes.

O tempo passou e o cantor foi bastante lembrado e incentivado por muitos outros artistas consagrados. Regina Casé, por exemplo foi uma que lhe deu bastante força e muitas palavras de incentivo para voltar a entreter e emocionar o grande público.
E então, passado alguns, para alegria geral da nação, Gerson volta a gravar discos.

Na verdade, quando falamos sobre a alegria geral da nação, não estava por menos. Para quem não sabe, Gerson King Combo recebeu, no final do mês de novembro, pelas próprias mãos do nosso excelentíssimo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o prêmio da Ordem do Mérito Cultural de 2009. Só quem recebe essa homenagem são personalidades na altura e no peso de Carmem Miranda, Gilberto Gil etc. Artistas que são reconhecidos como os maiores patrimônios culturais da nossa terra. O Gerson realmente merece. Parabéns!

Pois bem. Quanto ao disco "Mensageiro da Paz", há muitas particularidades interessantes. Um aspecto que chama atenção sobre a modernidade de Gerson é a inclusão em seus discursos e letras, de gírias mais modernas, como "O rodo vai passar" e a "Chapa fica quente". Outra particularidade interessante, é que ele é recheado de participações de artistas que na época estavam em evidência como por exemplo Pepê & Neném e Cidade Negra. Mais Sandrá de Sá também está aí no meio para dar aquela confirmada sobre o verdadeiro valor de quem é Gerson King Combo.
O disco contou também com a banda "Clave de Soul" e também foi produzido por Robinho da Luz, o mesmo que foi responsável pelos mais famosos discos dos anos setenta, do rei do soul brasileiro.
Os hits "Mandamentos Black" e "Uma chance" estão presentes com outras não menos interessantes, como "Em Soul" e "Probema social".
De resto caros ouvintes, é só apreciar mais um pouco da obra de Gerson King Combo.



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Freda Payne - Supernatural High (1978)


Mais um álbum fantástico, por assim dizer e que não poderia deixar de estar em nossa seletiva groove. Supernatural High é um dos grandes clássicos da Soul music. Sem contar o grande carisma e talento de Freda que foi cantora e atriz e fez muito sucésso no final da década de 70.





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Mauri Sanchis - Groovewords (2009)



Como todos voces já devem saber, este que vos fala realmente é um grande entusiasta e admirador de Hammond Players.
A nova geração destes musicos está muito bem representada com ete lançamento, incrível, impressionante.



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Amado Maita - Amado Maita (1972)



Atendendo a pedidos, um belo disco do inicio da década de 70 de Amado Maita. Curtam.


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Cabeça de Nego - Olha pra mim (1998)



Final de novembro literalmente quente aqui no Rio de Janeiro. E para tal, nada melhor do que aliviarmos essa quentura se deliciando e se esbaldando em um saboroso refresco de groselha bem geladinho. Uma delícia!

Cabeça de Nego é/foi (não sabemos ao certo se o grupo ainda existe) uma banda carioca de reggae-soul, oriunda de Piam, Belford Roxo, Baixada Fluminense.
O grupo, que costumava fazer interessantes críticas sociais no início de suas apresenações ao vivo, talvez com o objetivo de se tornar mais pop, bastante usou o romantismo neste seu disco de estréia, regravando algumas canções que falam de amor, como "Flashback", de Dalto, Rabello e Ralph e "Tudo é fantasia", uma versão brasileira de "Just My Imagination", de Whitfield e Strong. Isso tudo, porém, não deixando sua identidade de lado, que era fortemente mostrada, através de suas diversas constestações e homenagens a negritude como, por exemplo, a "Negro por Natureza", canção que fala de diversas personalidades negras, e que já até usamos no programa Funk-se o Brasil "Especial" de Zumbi.

Cabeça de Nego tinha como formação o Biguli, nos vocais e percussões, o Gui Rodrigues na Bateria, Joel Dias e Reinaldo Amancio nas guitarras, Matheus no baixo e nos vocais e a voz principal de Ronnie Marruda, que também foi vocalista da Banda Bel assim que Toni Garrido saiu. Marcos Suzano, Paulinho Mosca, Léo Fernandes e William Magalhães são alguns dos nomes das participações especiais. A produção ficou por conta de Nilo Romero.
O grupo chegou a lançar seu segundo disco em 2003, com o nome de "+ 1 Arquivo", contando com as participações de Seu Jorge e Toni Garrido (Quem tiver esse disco e quiser compartilhar conosco através do nosso email, que seja muito bem vindo: riogroove@gmail.com).
Então, diversos ouvintes e leitores, com muito boa qualidade de gravação, arranjos reggaeados com grandes influências de funk e soul, tudo muito grooveado.
Desta forma, não poderíamos deixar ausente mais essa raridade deste blog.

Polhemichal.



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Rose Royce - Car Wash (1976)

Essa daí pra quem não sabe, foi uma das maiores bandas de Soul de todos os tempos.
Henry Garner e Kenny Copeland em Los Angeles fizeram muito barulho com este conjunto.


Norman Whitfield foi o primeiro e grande aliado produtor, que fez os caras. A banda por tempos foi associada a Edwin Starr e foi um dos carros chefes da Motown.

Quando era bem muleque, lembro que escutava muito a doce canção "Wishing on a Star" e nem sabia ainda de quem era, anos depois fui saber que era desses caras.
Rose Royce realmente é um groove especialissimo que jamais deveria passar batido por aqui , apreciem seu debut album.



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Brazilissimo - Brazilissimo (2001)


Ok, caros ouvintes. Agora então vai rolar um break.
Para isso, nada melhor do que um cafezinho. E do tipo exportação.

É isso aí. Boa degustação a todos!


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Marcia Maria - Brasil Nativo (1981)

Atendendo a pedidos de nosso querido irmão Sr Gaoners, eis que venho com um album muito raro desta cantora.
Espero que apreciem!
E pra quem é saudosista assim como eu sou ai vai um vídeo 'fantastico' dela:





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Ikenga Superstars Of Africa - Nigeria Operation feed The Nation (1976)

"Operation Feed The Nation", foi na verdade um mero ato de cidadania e ajuda ao proximo, que nos meados da dédada de 70 tomou proporções homéricas, com uma mobilização mundial muito humanitária que gera frutos até os dias de hoje.
Então lhes apresento mais um album muito raro, este eu tenho em fita K7 e foi adquirido a 4 anos atras através de um dos maiores colecionadores de K7 do mundo Richard Olivienko, ou simplesmente "o gringo".
Me desculpem pela falta de capa, pois esta não possuo, se caso alguem tenha por favor entre em contato conosco para eu estar postando a capa.
Curtam!



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Glory - The Best Of Gil Scott-Heron (2006)




Após muita polhêmica com lh, no final de semana de Zumbi aqui na RioGrooveFM e após a homenagem prestada sobre o dia dos músicos, voltamos então com muita música mesmo. Ainda consciente!
Na sequência, desta vez, trazemos um petardo que foi muito bem selecionado por um dos frequentadores deste espaço aqui. Desta vez, foi o grande chará, Felipe (só que esse é o Morais), paulista e atualmente residente na Holanda, que decidiu então compartilhar um pouco de sua musicalidade, através do nosso email, riogroove@gmail.com, sugerindo esse álbum duplo para nossa postagem.
Isso já faz alguns meses, é verdade, mais como sempre salientamos, tudo realmente possui seu tempo. Pois nada melhor do que falarmos de Gil Scott-Heron por aqui neste restante de mês de Zumbi.
Sem sombra de dúvidas Felipe, sua sugestão jamais poderia ficar de fora de nossa seletiva groove. E que venham outras.
Salve, salve irmão!

E para dar início sobre um poquinho da história de vida deste revolucionário criolo, vamos ao prefácio de um de seus próprios livros, o "Abutre", e que já começa falando assim:

A REVOLUÇÃO NÃO VAI PASSAR NA TELEVISÃO

Gil Scott-Heron, o artista afro-americano, é simplesmente uma das figuras mais cativantes e importantes do pop mundial. Se você não conhece Gil Scott-Heron, ou até conhece mas nunca ouviu isto posto com tanta convicção, não se acanhe. Nem você nem este escriba estarão errados.

O fato é que o exuberante talento do cantor, compositor, poeta, pianista, ficcionista veio embalado em um contexto histórico e político convulsionado e nunca completamente, digamos, "dichavado". Foi a passagem dos anos 60 para os 70, com a radicalização exponencional dos grupos negros, dos estudantes, dos ativistas antiguerra do Vietnã, das feministas...

Identificado com esse radicalismo, Gil viu sua carreira ser progressivamente eclipsada com a aproximação e a passagem dos anos 80, época em que a caretice yuppie grassou e desgraçou a cultura pop. Gil sobreviveu nos samples - de Professor Griff, PM Dawn, Warren G, Chubb Rock, A Tribe Called Quest, KRS-One - para vir, finalmente, a ser entonizado como um dos pais do rap, apenas um passo atrás do coletivo nova-iorquino dos Last Poets.

A surpresa que o relançamento deste seu primeiro romance reserva, no entanto, é perceber que o jovem Gil, cujo projeto inicial era ser escritor e não músico, foi também um dos inventores do que viria a ser conhecido em ficção como "blaxploitation"...

E desta vez, um passo à frente, agora de outro artista negro multimídia, o dramaturgo, cineasta e compositor Melvin Van Peebles, que oficialmente fundou o genero com o filme Sweet Sweetback's Baadasssss Song, em 1971 (já falamos deste filme há algumas postagens anteriores, não? rsrsrsrs). É vários passos à frente de...Spike Lee. O cineasta é a comparação que mais imediatamente ocorre quando se penetra a fauna urbana descrita neste "Abutre" e, principalmente, no segundo livro de Gil, "Teh Nigger Factory". Nele, a história se passa num campus universitário negro conturbado pela ação da MIJUMBE, a imaginária "Membros da Justiça Unidos por uma Educação Negra Signifcativa...

Elo perdido entre Lee e Van Peebles, o que Gil Scott-Heron fez, na verdade, foi dar voz ao dilema do negro urbano imobilizado entre ir da emancipação à pacificação - na integração racial - ou à ruptura revolucionária. Esse "frame" em preto foi capturado por Spike Lee nos inquietantes letreiros finais de "Faça A Coisa Certa", quando os discursos antagônicos do doutor King e do irmão X se equivalem e se anulam, e é o vórtice em que gira a trama de "Abutre".

A introdução da droga nesse ambiente tenso é estopim para a explosão descontrolada que viria frustrar os dois idealismos: o pacifista e o revolucionário. Dizem as teorias conspiratórias que foi a CIA a responsável. Gil joga em "Abutre" com outra tese, igualmente conspiratória , mas ainda mais ofensiva. O tema dos traficantes, dos gigolôs e todo tipo de escória urbana - e mais dois ou três dedos de funk, cortesia de "Hayes", "Gaye", "Ayers" - é o que moveria a "blaxploitation" de "Shaft", "Coffy", "Superfly" e outros clássicos.


(Parte do Prefácio do livro "Abutre", de Gil Scott-Heron, pela Editora Conrad do Brasil, 2002).

Senhoras e senhores, o que nos resta dizer é que ainda é muito pouco o que falamos sobre este grande ícone da música negra americana.
De resto, o que encontramos nesta coletânea podemos entender que é o que há de melhor sobre a discografia de Scott-Heron. Letras que realmente atingem o nosso estinto revolucionário e nos fazem pensar até hoje sobre o que somos e representamos.

Seguindo.


download disco 1


download disco 2

22/11 - Dia do Músico


Hoje é um dia que poucos lembram, mas é o dia de Santa Cecília, a
padroeira dos músicos, e, conseqüentemente o dia do músico.

O que esses seres possuem de tão especial? Sim, por que músicos são
criaturas especiais. Eles podem se expressar no único idioma universal.
Não há linguagem comparável à música. A música alegra, provoca
sensações das mais diversas. Até mesmo em tratamentos médicos ela é
utilizada, alcançando grande sucesso, por que estimula o nosso cérebro e
encontra a cura na própria essência humana.

A música não é a arte de fazer barulho. É a arte de combinar e
compreender os sons para se obter a perfeição. É através dela que as
pessoas podem elevar seus espíritos. Através de uma música você pode
voar, mergulhar, saltar, crescer, pode ser o que quiser.

Além do mais, a música é a única profissão na qual os profissionais
desejam trabalhar 24 horas por dia, por que ela é mais que uma vocação,
é um dom, que nasce impresso em uma afortunada parcela da população. Ela não é apenas um trabalho, é também diversão, descanso, é a vida.

E mais, a música é o único esporte no qual não existem competições.
Com música, conhecemos mundos, culturas e amigos pra vida inteira. Não se ganha de alguém na música e nem se perde para alguém. Seu único
concorrente é você mesmo. Você supera os seus medos, entende sua
essência e quebra seus próprios recordes. E quanto mais você se vence,
mais vence em sua carreira.

A música é uma arte divina. Vozes angelicais, instrumentos afinados. A
música é tudo. Mais do que um simples conjunto de notas, mais do que uma
seqüência de acordes. Ela é sentimento. Ela é o compasso do coração e
o ritmo da alma. É o combustível que alimenta a essência humana.

E se você sempre busca a paz em uma música, sempre expressa seus
sentimentos com uma música ou se tem a música em sua vida em alguma
situação, deseje um feliz dia do músico aos músicos que conhece. Esses
seres especiais são os responsáveis pela onda de sentimentos que a
música espalha no ar.

Um feliz dia do músico a todos os músicos, todos os que trabalham com música, a todos os que gostam de música, que vivem música, que SÃO MÚSICA.

Abraços e muito Groove em todos,
Fellipe.

Ed Motta - Piquenique (2009)


Neste dia 20, em que comemoramos o Dia da Consciência Negra, divido com vocês o disco de número 10 da carreira deste que, se não é o maior, é sem dúvida um dos maiores representantes da Música Preta Brasileira.
Álbum recém lançado nesse mês de Novembro, com letras suas e de sua espôsa Edna Lopes, além de "Nefertiti", em parceria já consagrada com Rita Lee. Incluindo também uma gostosa participação de Maria Rita em "A Turma da Pilantragem".
Produção sua, junto com Silvera e masterização feita em NY por Herb Powers.

Com vocês, Ed Motta!

Altay Veloso - Avatar (1983)


Começando com a bela "Oração dos matagais", seguida da sensacional "Canção para Vera Cruz" fazendo a alegria da galera groove. A terceira faixa deste LP, "Guardião da noite", também é de arrepiar. Bem, a quarta faixa meus amigos, "Coisa de Amor" é daqueles grooves deep funk cariocas, que só foram feitos por aqui, entre meados de 70 e comecinho dos 80.
E por aí vai, "Minha Natureza" é dos Deuses! Todas as músicas desse disco são belas, com ótimos arranjos, melodias e letras. Para ouvir, curtir, dançar, se emocionar, viajar, enfim...

Escutem esse disco sensacional, que presenteio à todos nesse mês especial de valorização da Raça Negra aqui na Rio Groove FM.

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Altay Veloso - O Cantador (1980)


Seu primeiro disco, com participações mais que especiais, de José Roberto Bertrami, teclados e arranjos, Orlando Silveira, acordeom e arranjos, Márcio Montarroyos no trumpete, Luizão no baixo, Zé Carlos nos sax tenor e soprano e o Grupo Caravana, entre outros.
Assim como Rocco, ouvindo e curtindo demais a faixa 4 "Pra que eu valha uma ilusão"
Segue o som!

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Altay Veloso - Paixão de D'artagnan (1988)



Oriundo de São Gonçalo, onde ainda reside e até já recebeu a chave da cidade, Altay Veloso começou sua carreira tocando guitarra com Wanderléa e Egberto Gismonte. Fez parte da Banda do Bando, que veio a dar orígem mais tarde, à Banda Black Rio.
Dono de uma das vozes mais profundas que conheço, participou em 1982 do Festival MPB Shell, com a belíssima canção "África", mas só estourou de fato, com a música "Entra e sai de amor", tema da novela da Globo "Roque Santeiro" em 86. Daí em diante, Altay consagrou-se como grande compositor, tendo suas composições gravadas por grupos de pagode como Só Pra Contrariar, Soweto, Exalta Samba e Negritude Junior e sertanejos do naipe de Leandro e Leonardo, Daniel e Roberta Miranda, além de muitos e muitos nomes, novos e já consagrados da MPB.

Sem mais delongas, posto para vocês seu quinto LP "Paixão de D'artagnan" com a seguinte ficha técnica: Produção, arranjos, regências, programação de bateria digital e baixo: Lincoln Olivetti. Robson Jorge na guitarra e Zé Canuto no sax.
Particularmente, gosto demais do refrão de "Encontro no Baile": "...Quando o Dj tocar pra mim, Sandra Sá, Tim, Claudio Zoli..."


"Bem aventurado esses magos entre nós
que invadem nossa casa e nos dão os frutos
doces que com sua existência arrancaram
de uma árvore plantada por Deus em algum lugar"
A Lincoln Olivetti


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Altay Veloso - O Alabê de Jerusalém (2006)



Entre 2002 e 2006, ao mesmo tempo em que integra o corpo de jurados do Prêmio Sharp e Tim, compõe para vários artistas, faz vinhetas para publicidade, trilhas sonoras para curtas-metragens, Altay encontra tempo para extrair do livro “Ogundana, O Alabê de Jerusalém” uma bela e inspirada construção musical, a ópera “O Alabê de Jerusalém”, onde consegue unir todas as influências populares e eruditas que apreendeu no seu exercício com a música, ao que lhe foi dado, ainda no berço, o legado trazido pelos sons dos Tambores da África, pois a ópera “O Alabê de Jerusalém”, trata-se da história do africano Ogundana, que viveu há mais de 2000 anos atrás, contada em nossos dias por ele mesmo, que hoje é uma entidade espiritual chamada “Alabê de Jerusalém”, que num dia de festa, num templo de religião de matriz africana, retorna a terra para contar sua história.

Altay achou por bem, antes de realizar a ópera em espetáculo cênico, dado que seu melhor trânsito é pelos caminhos da música, registrá-la em cd e em dvd as gravações feitas em estúdio e, o fez com esmerado capricho e eloqüência.

Gravou nos melhores estúdios do Rio de Janeiro, São Paulo e Montreal a ópera “O Alabê de Jerusalém”, com bases tocadas por grandes músicos da MPB, a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro regida pelo maestro Leonardo Bruno, cantada e narrada por conceituados intérpretes da MPB e renomados atores brasileiros como: Bibi Ferreira, Leny Andrade, Ronnie Marruda(Banda Bel), Elba Ramalho, Lenine, Alcione, Jorge Vercilo, Margareth Menezes, Marku Ribas, Fafá de Belém, Carlos Dafé, Watusi, Luiz Vieira, Talma de Freitas, Silvio César, Ivan Lins, Cris Delanno, Ruth de Souza, Pery Ribeiro, entre outros artistas integrantes de uma ficha técnica de mais de 150 nomes.

Essa obra do Altay Veloso, “O Alabê de Jerusalém” tem tido, com unanimidade, o honroso apoio de todos os setores da comunidade artística brasileira, das instituições que trabalham para a efetiva inclusão social daqueles a quem, historicamente, tem sido negada uma participação digna na vida do país e por conta do seu conteúdo que busca o mais profundo sentimento de amor, respeito e tolerância entre as diferentes culturas, tem recebido um afetuoso abraço de entidades como a Unesco “Além de ser uma celebração cultural de alto nível, se propõe a emocionar e provocar uma reflexão sobre os temas da tolerância e da convivência pacífica entre as diferentes crenças e raças...” texto retirado do "Wikipédia"


Ouçam o disco, imaginem esse som ao vivo, numa ópera com mais de 60 artistas. Agora corram logo atrás de seus ingréssos para a única apresentação no Vivo Rio, sábado agora, 21 de novembro.


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Filó Machado - Ubida (2009)




A RioGrooveFM orgulhosamente apresenta o mais recente disco do artista Filó Machado, que foi gravado em Nova Jersey, USA e carrega César Camargo Mariano, Rumero Lubambo, Kenny Barron, Daniel D'Alcântara, Gabriel Grossi, Steve Turre, Teco Cardoso e Paulo Braga na lista de participação especial.
Algo realmente a se apreciar!

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Filó Machado - Jazz de Senzala (2003)



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Filó Machado - Porto Seguro (2001)



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